Os melhores textos de julho

Julho de 2020 foi mês com mais acessos no blog. Tivemos mais visualizações que qualquer outro mês desde o lançamento do blog, exceto junho de 2020, que havia sido o mês com mais acessos até então.

Também foi recorde de textos publicados: 40. Mais ou menos 1,3 texto por dia. Um ritmo insustentável para um estudante de medicina no 12º período, que está estudando para as provas de residência enquanto faz seu estágio de medicina preventiva, e toca o blog sozinho, escrevendo, divulgando e administrando, com a ajuda de alguns amigos que também criam conteúdo.

Mas a gente vai levando.

Estes foram os melhores posts de julho de 2020:

1. Escolhas e crimes, e compaixão

É a continuação de uma série de textos que tenho escrito abordando o problema do determinismo causal e do livre arbítrio. Esse texto, especificamente, trata da “recepção” da responsabilidade moral pela teoria determinista.

Teoricamente, se o mundo é determinista, todos os nossos atos são decorrentes de determinantes que já estavam ativos muito antes de nascermos. Nesse sentido, seria maluco punir (ou louvar) qualquer pessoa por qualquer ato, já que, em última análise, ela não teria tido culpa nenhuma sobre nada que fez.

Nesse texto, eu argumento que é possível aceitar que o mundo é determinista e que não existe livre arbítrio, e que mesmo assim nós somos moralmente responsáveis pelos nossos atos.

2. Ao meu primeiro amor

A estreia de Biloca no blog, que marcou também a estreia do amor romântico no blog.

Uma cartinha sofrida de amor, que motivou várias mensagens no Twitter. A maioria delas com conteúdo triste e desesperançoso.

Essa é a força do amor!

3. Minha falsa intelectualidade

Há quem pense que é tudo relativo: beleza, inteligência, bom gosto, ética. Há quem pense que é possível viver à margem de tudo, criando seus próprios deuses.

É uma ideia sedutora, mas nada prática. Nunca funciona.

A corrida de ratos nunca vai acabar, e você não consegue correr bem quando está falando demais.

4. Roda Gigante

Eu não tenho medo de montanha russa nem trem-fantasma nem nada.

Mas imagine ficar sozinho com uma pessoa, sem poder ir embora, presos, só vocês dois, vendo a maravilha do mundo lá embaixo.

Isso, sim, dá medo.

5. Por que não vou ao psicólogo

Eu não vou ao psicólogo. Nunca fui. Não tenho nada contra quem vai, inclusive, todos que eu conheço que vão gostam. Mas eu não vou.

E tenho meus motivos. Não que precisasse tê-los, mas os tenho.

6. Pornografia faz mal? #2

As razões pelas quais a conta da indústria pornográfica não deve ser simplesmente jogada sobre o consumidor.

7. Perder-se também é caminho

Como diria Raul, não sei onde eu tô indo, mas sei que eu tô no meu caminho.

Enquanto você me critica, eu tô no meu caminho.

melhores de julho
Foto de © Roman Eisele / Wikimedia Commons / CC BY-SA 4.0.

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